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O que aprendi vivendo o primeiro Halloween com meu bebê

Antes de ser mãe, o Halloween sempre foi uma data divertida, mas sem muita importância. Às vezes, eu via alguma decoração, pensava nas crianças fantasiadas pedindo “doces ou travessuras”, mas não passava disso.

Mas esse ano foi diferente.
Esse ano foi o primeiro Halloween com meu bebê nos braços.
E, como tudo na maternidade, foi mais intenso, mais doce e muito mais especial do que eu esperava.

Hoje, quero compartilhar com você o que eu aprendi vivendo esse momento — com todo o amor, a bagunça e a leveza que só um bebê pode trazer pra uma data comum.

1. Não precisa de muito para criar uma memória afetiva

Eu tinha mil ideias: fantasia, cenário, ensaio, papinhas temáticas... Mas a verdade é que a simplicidade venceu — e foi lindo assim mesmo.

Coloquei um body laranja, fiz um rabinho no cabelo e coloquei uma abóbora de pelúcia do lado. Tirei três fotos com a luz da janela e, pronto: tínhamos um Halloween só nosso.

Às vezes, a gente acha que precisa fazer tudo perfeito. Mas não. Só de parar por um momento e olhar com carinho, a mágica acontece.

2. Tire fotos — mesmo que ache que não está “pronto”

Eu quase deixei pra lá. “Ah, hoje não deu tempo, tá tudo bagunçado, ele tá sem paciência...”. Mas tirei mesmo assim.

E sabe o que aconteceu?
Foi a foto que mais me emocionou depois.

Porque a verdade é que essa fase passa rápido demais. E registrar esse primeiro Halloween, mesmo com babador sujo e sem fantasia, foi uma forma de dizer pra mim mesma: isso importa.

3. Dá pra entrar no clima sem açúcar, sem exagero e com muito carinho

Eu fiz uma papinha de abóbora e desenhei um rostinho sorridente no pratinho. Simples, né?

Mas ver ele experimentando aquele “docinho” natural com carinha de quem achou tudo engraçado foi melhor do que qualquer sobremesa.

O Halloween não precisa ser sobre doces comprados — pode ser sobre riso, cheiro de comidinha fresca e momentos em família.

4. A fantasia mais bonita é o amor

Claro que fantasias são fofas. Mas o que mais me emocionou foi o jeitinho dele olhando ao redor, rindo dos balões, se encantando com os sons e as luzes.

Ele não entendia o que era o Halloween.
Mas sentia que era um dia feliz.

E isso, pra mim, vale mais do que qualquer fantasia comprada.

5. O primeiro de muitos momentos

Esse primeiro Halloween me fez perceber que vêm muitos outros “primeiros” por aí.

Primeiro Natal, primeiro aniversário, primeira palavra, primeiro tombo, primeiro “eu te amo”...
E que cada um deles vai me ensinar alguma coisa nova.

Esse primeiro Halloween me ensinou que a maternidade é feita de detalhes.
E que celebrar as pequenas coisas, do nosso jeito, é o que transforma a rotina em memória.

Dicas rápidas para outras mamães de primeira viagem:

-Não espere o cenário perfeito. Aproveite o agora.

-Escolha uma roupinha confortável com uma cor temática (laranja, preto, roxo).

-Monte um cantinho simples com uma abóbora, uma luz e muito colo.

-Ofereça um lanchinho saudável, como papinha de abóbora ou banana com ameixa.
 

-Registre em foto e no coração. Vale mais do que qualquer produção.

Se você também viveu o primeiro Halloween com seu bebê este ano, saiba: não importa o tamanho da produção, e sim a verdade do momento.

Você criou um pedacinho de memória.
Você fez parte da infância do seu filho com amor.
E isso é tudo o que importa. 

Feliz primeiro Halloween, mamãe.
Que venham muitos outros — doces, leves e cheios de travessuras boas.

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